Onde ir Bares

Empório Alto de Pinheiros: cerveja boa. Muita cerveja boa.

Deus e o Diabo em forma líquida (e belga)

Deus e o Diabo em forma líquida (e belga)

Centenas de rótulos de cervejas de várias partes do mundo. Dezenas de rótulos de cervejarias artesanais brasileiras. Balcões, geladeiras, estantes, caixas no chão: tudo repleto de cerveja. Mais de dez rótulos de chopes todos os dias. Essa descrição aí se encaixaria lindamente em um capítulo do “Paraíso segundo Ailin”. Se eu gosto do Empório Alto… leia mais

Venga!: bar carioca de tapas espanholas chega a São Paulo

Perrito caliente: cachorro-quente de chistorra, pão de miga, maionese e azeite de ervas

Perrito caliente: cachorro-quente de chistorra, pão de miga, maionese e azeite de ervas

Quando inaugurou no Rio, no Leblon, em 2009, o Venga! virou sucesso rápido. Na época, a história de tapas espanholas - comidas em pequenas porções, feitas para acompanhar a bebida- era uma novidade no Brasil e eles embarcaram lindamente na onda. Quase três anos depois, a rede tem duas unidades no Rio e acaba de inaugurar a primeira filial… leia mais

Aconchego Carioca: deliciosa tarde de bolinhada, conversa e cerveja boa

Bolinho de feijão branco com rabada e vinagrete

Bolinho de feijão branco com rabada e vinagrete

Estou indo mais ao Rio. Há anos vou a trabalho no esquema “chega correndo, faz o que tem que fazer, como qualquer coisa e volta”, não conhecendo nada além do aeroporto e do taxista. Por isso mesmo me programei para conhecer melhor a cidade nos próximos meses. Na minha última visita, fui com amigos queridos… leia mais

The Queen’s Head: o Drake’s renascido (ou quase)

A australiana Coopers Sparkling (R$ 15) no pub declaradamente inglês: depois das 21hs, banda e muita gente

A australiana Coopers Sparkling (R$ 15) no pub declaradamente inglês: depois das 21hs, banda e muita gente

Eu adorava o Drake’s. Apesar de ser um pub, com toda a tradicional aura subterrânea e fechada, o que mais me atraia era a possibilidade de tomar cerveja boa naquele lindo pátio externo arborizado que, no verão, virava uma tremenda alegria. Um dia, a notícia: faliu. Já era. Pois agora, mais de um ano após… leia mais

Feijoada do Bar da Pompéia: afe…

Uma das minhas feijoadas preferidas: feijão preto lindamente temperado e encorpadaço, cheio de carnes macias

Uma das minhas feijoadas preferidas: feijão preto lindamente temperado e encorpadaço, cheio de carnes macias

Acabei de voltar do Bar da Pompéia. Estou com uma preguiça mastodôntica porque faz cinco minutos que terminei de devorar um prataço de feijoada digno de um homem de dois metros e dez de altura —  adoro as carnes linda e longamente cozidas com o feijão preto perfeitamente temperado. E a bisteca. E o torresmo…. leia mais

Croquete de costela, pastrami de língua: novos petiscos do Pirajá

Croquete de costela: o meu predileto

Croquete de costela: o meu predileto

Um dos chopes (Brahma) mais bem tirados de São Paulo e baixa gastronomia de qualidade incontestável– o Pirajá é assim desde que abriu, em 1998. Sempre lotado, o bar precursor do botecos chiques na cidade é famoso por seus petiscos caprichados, climão descontraído, bons drinques e mesas esparramadas pela calçada. Mas até um sucesso comprovado… leia mais

Nova cervejas do Melograno: um VIVA para a Traquair Jacobite Ale

As novas belezinhas do Melograno: importação própria

As novas belezinhas do Melograno: importação própria

O Melograno é, desde sua abertura, um dos meus bares preferidos. Os motivos são vários: inexistem jovens bombadinhos enchendo a cara de vodca com energético ou patricinhas desfilando bolsas e sapatos de grife. Mas o maior motivo de  ficar feliz por lá é a carta de cervejas: selecionadas, variadas e sempre bem explicadas pelos garçons. Os… leia mais

Cervejaria Nacional: folclore no copo e boa comida na mesa

Domina Weiss-- de trigo, a minha preferida (tomei quatro copos...)

Domina Weiss-- de trigo, a minha preferida (tomei quatro copos...)

Adoro cerveja. Poderia ter como meta de vida, tranquilamente, viajar por todos os países produtores provando cada rótulo existente e escrevendo um livro sobre. Por isso acho sensacional o brasileiro ter acordado para o universo das cervejas artesanais– e pelo fato de nosso mercado e oferta estarem crescendo. Coxa de pato semi defumada Mais um… leia mais

Bar da Dona Onça: para comer muito bem (e muito!)

Churros incríveis com doce de leite cremoso

Churros incríveis com doce de leite cremoso

Meu currículo gastronômico paulistano tinha um rombo parecido com aqueles que surgem no asfalto da cidade depois de uma temporada de chuva: não conhecia o Bar da Dona Onça. A chef Janaína Rueda já ganhou prêmios, acumulou elogios e, há alguns meses, ainda teve uma adição e tanto em sua equipe: seu marido, o também chef… leia mais

Empório Sagarana: achei o meu bar

Cachaças, doces caseiros e polvilho à vista nas prateleiras. Não se engane: o negócio lá é mesmo a cerveja

Cachaças, doces caseiros e polvilho à vista nas prateleiras. Não se engane: o negócio lá é mesmo a cerveja

Como já disse em diversos posts, AMO cerveja. É uma paixão praticamente diária (depois não sei porque não emagreço…) e nada monogâmica: gosto mesmo é de sair por aí provando, pulando de país em país, de estilo em estilo. Gosto de beber sozinha, em casa, em bares, com amigos. Gosto de beber, enfim. Então, depois… leia mais

Divine Wine Bar: para os jovens amantes do vinho

Enomatic: oito rótulos para você provar em três diferentes dosagens

Enomatic: oito rótulos para você provar em três diferentes dosagens

Localizado num pequeno e agradável imóvel abaixo do nível da rua na Alameda Jaú, o pequeno Divine Wine Bar tem decoração clássica/moderna, clima escurinho de bar intimista e o som animado de uma balada. Não é um lugar para executivos carrancudos tomarem porto ou senhorinhas degustarem espumantes enquanto conversam sobre a carreira dos filhos— é um… leia mais

Negroni e Rusty Nail, meus amores

A delícia já começa na cor

A delícia já começa na cor

Em um dia especialmente xexelento, daqueles nos quais a chuva de granizo se concentra no seu quarteirão (e quebra a janela do banheiro) e a poça praticamente se move para debaixo do seu pé, poucas coisas melhoram meu humor. Ganhar prêmio de 20 mil reais no sorteiro da Nota Paulista (nunca aconteceu) e  escrever um texto que… leia mais

Itigo Sake House: izakaya para iniciantes

Régua de degustação de saquês. Ao fundo Hitokuchi ceviche (peixe branco marinado em limão, cebola roxa, pimenta e ervas sobre batata doce caramelizada) e natsumaki

Régua de degustação de saquês. Ao fundo Hitokuchi ceviche (peixe branco marinado em limão, cebola roxa, pimenta e ervas sobre batata doce caramelizada) e natsumaki

“Costumo brincar que o Itigo é a porta de entrada para os izakayas da Liberdade. A maioria dos nossos clientes não é acostumada a degustar saquê e nem a provar comida japonesa que saia do trio temaki-sushi-sashimi, por isso nosso menu não inclui itens tão tradicionais, difíceis para quem não está habituado, como ouriço e fígado com… leia mais

Back Gastrobar: comida primorosa e climão de festa

Espetaculares batatas rústicas picantes e clericot de vinho rosé: dupla sensacional

Espetaculares batatas rústicas picantes e clericot de vinho rosé: dupla sensacional

Sou fã do Le French Bazar: acho a cozinha dos jovens chefs Beto Tempel e Dudu Borger vigorosa, criativa e, acima de tudo, muito boa. Ao saber que eles abririam, ainda este ano, um bar com pegada gastronômica (ou seja, comida e bebida de primeira) achei ótimo: a Vila Madalena ganharia uma casa sem pagode, sem sertanejo,… leia mais

Adega Santiago: pirei nos novos bacalhau com broa e croquete de pato


Novos pratos na Adega Santiago: tostada de jamón com figos assados; bacalhau com broa; croquete de pato

A Adega Santiago– que se autodenomina bar mas, pra mim, é restaurante dos bons– mudou bastante coisa no cardápio e incluiu um montão de pratos substanciosos, daqueles para comer no inverno e sair sorrindo, com o estômago reconfortado e o paladar agradecido. Fui lá em um almoço provar alguns e tenho que dizer que me odiei por… leia mais

Número: o novo bar-sensação entre ricos e famosos de São Paulo


Número: Al Capone Martini Baby e caipirinha Paradise; crab cakes; massa trufada com brie; estrogonofe; ambiente escurinho. Fotos: Tadeu Brunelli

Pense no Baretto. Subtraia trinta anos da idade média dos frequentadores. Agora, some a eles o status de socialites, top models, empresários, estilistas, herdeiros. Pronto, você terá a clientela do novo bar-sensação de São Paulo, o Número. Com projeto assinado pelo aclamado arquiteto Isay Weinfeld, o bar foi criado pelo empresário Marcos Campos (também proprietário da Disco)… leia mais