Onde ir Tipos de cozinha Brasileira

Bar da Dona Onça: eu me esbaldo, sempre

Panelinha de frutos do mar e feijão branco ao perfume de curry: chucho TODO o pão no molho. Não sobra uma gota

Não existe possibilidade de ir ao Bar da Dona Onça e não pedir os bolinhos de espinafre (R$ 26). Seja porque lembra minha infância – minha mãe sempre fez muitos bolinhos de legumes e verduras para nos fazer aprender a gostar deles -, seja por serem absolutamente leves, feitos apenas com as folhas, sem uma gota… leia mais

Attimo: o grande retorno de Jefferson Rueda

O estupendo Rabada, polenta e agrião em forma de macarrão e a melhor coxinha EVER (no caso, de galinha d'angola com fonduta de catupiry)

Jefferson Rueda é um dos grandes chefs deste país. Expansivo, vozeirão de trovão, sempre inquieto em suas pesquisas gastronômicas e históricas e testes – daqueles profissionais que não “sentam” em cima do sucesso atingido. Que não trocam as panelas por comerciais ou por programas de tv a cabo. Ele nasceu pra cozinhar e é nisso… leia mais

Jiquitaia: delicadeza, cuidado e zero de pretensão

Carne de sol com quiabo e alho assado: simplicidade com ótimo resultado

O novo Jiquitaia, aberto há menos de três meses perto da Frei Caneca, tem salão simples porém bem arrumado. Cardápio curto porém bem resolvido. Preços justos porém… porém nada. É isso: comida boa e claramente bem feita a preços razoáveis. Comandado pelo chef Marcelo Bastos (anteriormente no Porto Rubaiyat), o Jiquitaia trabalha com uma fórmula que… leia mais

Carmen di Granato: menu abrasileirado e ambiente colorido

Arroz tupiniquim com frutos do mar e pequi: farto e bem feito

O restaurateur Cassio Machado deve ser viciado em adrenalina. Só pode, visto a quantidade de empreendimentos que abriu nos últimos anos, e que continua abrindo: Balneário das Pedras, Farofa Paulista, Ringue Lounge, Rex Food & Drinks… Há quinze dias foi a vez do Carmen di Granato, na Rua Aspicuelta esquina com a Girassol, na Vila Madalena…. leia mais

Tordesilhas: toda a excelência da comida brasileira

Caipirinha de maracujá feita com cachaça Jacuba e porção de pastel de carne e de queijo coalho: o abre-alas para o almoço

Mara Salles é muito menos celebrada do que deveria. Mara ama e dedica-se ao que faz – coisa rara de se ver em tempos de “chefs” que raramente vão pro fogão e que se interessam mais em ficar famosos e aparecer em revistas do que em exercer sua profissão. Cozinheira talentosíssima, incansável pesquisadora da nossa gastronomia,… leia mais

Menu do Acre no Brasil a Gosto. Conselho? Vá rápido

Lombo de tartaruga - DE CRIADOR CERTIFICADO PELO IBAMA- laminado, com emulsão de óleo de castanha do pará, chicória da Amazônia e alfavaca

Acre. A maior parte dos brasileiros jamais fez turismo por lá. Tampouco sabe algo sobre a culinária do estado. Não por culpa própria, mas porque não temos o menor incentivo governamental para conhecer nosso país: estradas ruins, passagens de avião caríssimas, etc, etc. Riquíssimo em ingredientes, situado em plena floresta amazônica, o Acre é um… leia mais

Na Cozinha: esse pastel aberto é de pirar de bom. Sério.

O delicioso pastel aberto, recheado com pernil refogado com cebola e pimentões e uma boa colherada de requeijão

Não nos esqueçamos de como comida brasileira é boa, rica, saborosa, variada. Nunca. Tudo bem termos ótimos restaurantes franceses, italianos, japoneses, mas não dá para preterirmos nossa culinária só porque não é “cool” sair para jantar baião-de-dois– se bem que, nos últimos anos, o justo reconhecimento de chefs como Alex Atala, Rodrigo Oliveira, Mara Salles… leia mais

Sotero: comida baiana caprichadíssima

Os mais delicados e bem feitos acarajés de São Paulo

São Paulo é carente de boa comida baiana. As casas que a oferecem geralmente pesam a mão, transformando receitas poderosas em massarocas pesadonas, ou fazem pratos pra gringo ver, entupidos de dendê e coentro, todos com o mesmo gosto. Mas eis que, há três meses, o Sotero abriu as portas e o cenário mudou.  … leia mais

Bar da Dona Onça: para comer muito bem (e muito!)

Churros incríveis com doce de leite cremoso

Meu currículo gastronômico paulistano tinha um rombo parecido com aqueles que surgem no asfalto da cidade depois de uma temporada de chuva: não conhecia o Bar da Dona Onça. A chef Janaína Rueda já ganhou prêmios, acumulou elogios e, há alguns meses, ainda teve uma adição e tanto em sua equipe: seu marido, o também chef… leia mais

Galinhada do Atala: a comida é apenas uma parte da festa

Arroz de pequi, galinhada, pirão de galinha, farofa e quiabo refogado: R$ 29 reais para comer quanto quiser

Uma e quarenta e cinco da madrugada de sábado para domingo. A Rua Padre João Manoel, na região dos Jardins,  já “esfriava”: um ou outro cidadão andando pela rua, restaurantes fechando, poucos carros estacionados, uma certa tranquilidade que só o avançar da noite traz. Mas bastou chegar na frente do número 1115, onde fica o Dalva e Dito, para… leia mais

Sobaria: linguiça de maracaju, sopa paraguaia e mais Mato Grosso do Sul

Sobá: o prato japonês, trazido ao estado pelos imigrantes, já é parte da culinária do Mato Grosso do Sul. Este leva macarrão, omelete, cebolinha, filé mignon e molho de gengibre

O Sobaria não é um restaurante japonês, ao contrário do que a maioria das pessoas pensam por conta do nome. Ele é bem brasileiro e oferece pratos da cozinha típica do Mato Grosso do Sul– a começar pelo Sobá, especialidade da culinária  japonesa trazida pelos imigrantes de Okinawa e tão consumido na capital do estado, Campo Grande, que foi… leia mais

Santinho: bufê variado e caprichado no Capim Santo de concreto

O salão iluminado por luz natural do novo Santinho: dentro do Instituto Tomie Ohtake

Faz tempo que deixei de achar graça no Capim Santo: o lugar é agradabilíssimo, é certo, mas a comida não me empolga. Correta, mas cara demais para o que oferece e sem aquele “Meu Deus, preciso voltar para devorar aquele prato ali da mesa ao lado”. Conheço bastante gente que vai ao Capim Santo muito mais pelo ambiente… leia mais

Felicidade, seu nome é almoço de domingo no Mocotó

Caipirinha de caju (com cachaça da boa, claro!) e torresminho: para começar a lambança

   É raro encontrar um paulistano que goste de comer e jamais tenha ouvido falar no Mocotó: de quatro anos pra cá, a casa do chef Rodrigo Oliveira (e ele também) saiu em todos os guias, sites, revistas e programas de tv possíveis. Apesar de ficar num bairro bem distante da rota gastronômica da cidade… leia mais

Vila das Meninas: comida brasileira caprichada em um lugar bem especial

Pastel de angu: jizuis!

 Trabalho em Pinheiros há mais de uma década e sempre me surpreendo com os restaurantes e quituterias que abrem por lá e permanecem conhecidos só por quem frequenta as redondezas. Ontem, passando pela rua pela qual ando todos os dias, resolvi entrar por uma portinha que dava para um corredo compriiiiiido, cheio de flores. Sabe-se lá o… leia mais

Rosa Maria: amor, tempero e toque de avó

Arroz de polvo para dois: molusco maciíssimo, marinado em páprica

Estabelecimento fechado Costelinha caramelizada com alecrim   Algumas “tendências” na gastronomia me dão um pouco de preguiça. Essa mania de ter foie gras, ceviche, redução de tralalá e espuma de trololó em tudo quanto é menu é chata pacas; não pelos ingredientes ou técnicas em si, mas porque quando se emula/imita demais, perde-se a originalidade e… leia mais

Azulejo Pernambucano: comida caseira saborosíssima e feita com paixão


Sequencia de pratos do almoço de sábado do Azulelo: tem macaxeira com charque, caldinho de peixe, arrumadinho de calabresa, arroz de frutos do mar e uma mesa cheeeeeeia de doces pernambucanos

O lugar é tão escondidinho e pequeno que, se bobear, você vai passa batido. O minúsculo restaurante de comida pernambucana fica nos fundos de um instituto de yoga; a entrada é pelo meio da loja que vende artigos indianos. Pode tocar a campainha, porque é lá mesmo, apesar de parecer endereço errado. Uma vez que… leia mais

Palmas para a Silvinha!


Filé de St. Peter com arroz de espinafre e batatinhas; as opções do dia; saladinha de grão de bico; o salão; o maravilhoso pavê de chocolate

ESTABELECIMENTO FECHADO Um dos melhores filés de St. Peter que já comi: gorducho, úmido, tenro, com a carne branquinha feita na grelha com um toque de limão e a pele, crocante. Para acompanhar, arroz soltinho (feito com espinafre) e batatinhas macias, douradas. O preço? R$ 25,80 (e ainda vem, de entrada, uma saladinha maravilhosa de grão de bico)… leia mais

Lá da Venda: jeitinho de interior, precinhos de capital


Lá da Venda: bolo de fubá com goiabada; a bela parede do salão e o crocante pão de queijo

Saudosista e gracioso, o Lá da Venda é uma mistura de quitanda de antigamente- que vendia de goiabada à avental- com restaurante e café, finalizado com um toque do estilo “moderninho-desencanado-chique” da Vila Madalena. O resultado é um ambiente aconchegante feito casa da tia do interior (sempre com cheirinho de café fresco no ar) e ligeiramente caro para a… leia mais

Dá-lhe jabá e farofa de bolão!


Jabá com baião de dois, carne seca com farofa de bolão e as plaquinhas divertidas do pequeno Sabor do Nordeste

Adoro andar pelas ruas do meu bairro, e dos outros, a procura de lugares ótimos, pequenos e/ou escondidos e que não recebem nem um pingo de destaque em guias e afins– foi nesse tipo de estabelecimento que tive algumas das melhores refeições da minha vida. Então coloquei meu pé torcido na calçada e entrei em… leia mais